sexta-feira, 30 de novembro de 2007
a nossa pesquisa na fachada do mosteiro
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
O magusto na nossa escola
No dia 9 de Novembro de 2007 , na escola EB de Salzedas foi feito um magusto.
Todas as crianças trouxeram um pouco de castanhas para se poderem assar.
Logo de manhã, fizemos Marias Castanhas, uma canção sobre o magusto e os pequenos fizeram as castanhas com papel de lustro.
Como já na véspera tinhamos feito os cartuchos, foi só assar as castanhas e pô-las dentro dos cartuchos.
Comemos bôla e bebemos sumo.
O nosso magusto foi divertido.
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
salzedas e a judiaria
O nome Salzedas provém do latim Saliceta que significa salgueiral, vegetação muito abundante nas margens do rio Varosa, que por ali corre. É de povoamento muito antigo. Por aqui passaram Lusitanos e Romanos, Suevos e Visigodos e, mais tarde, Muçulmanos.
A génese da sua história remonta ao lugar a que hoje se dá o nome de Abadia Velha e a sua povoação cresceu em torno do Convento de Santa Maria de Salzedas.O grande ex-libris é o Mosteiro Cisterciense de Santa Maria de Salzedas mandado erigir por D. Teresa Afonso, mulher de Egas Moniz, aio de D. Afonso Henriques. De estrutura românica, completamente remodelado no século XVIII e a sua igreja sagrada no século XIII, representa um dos mais ricos e emblemáticos mosteiros de Portugal.
A génese da sua história remonta ao lugar a que hoje se dá o nome de Abadia Velha e a sua povoação cresceu em torno do Convento de Santa Maria de Salzedas.O grande ex-libris é o Mosteiro Cisterciense de Santa Maria de Salzedas mandado erigir por D. Teresa Afonso, mulher de Egas Moniz, aio de D. Afonso Henriques. De estrutura românica, completamente remodelado no século XVIII e a sua igreja sagrada no século XIII, representa um dos mais ricos e emblemáticos mosteiros de Portugal.
Quelho ou Judiaria de Salzedas
Salzedas caracteriza-se, também, pelas reminiscências do que outrora poderia ter sido uma Judiaria. No interior de um conjunto arquitectónico urbano mais vasto, descobrimos ruínas com inscrições e elementos de simbologia judaica que poderão atestar e testemunhar a presença de Judeus nesta Aldeia em tempos remotos.
Este conjunto desenvolve-se a partir de curiosos arruamentos, de traçado muito irregular, que são moldados pelas construções que o compõem e permitem a passagem de uns para os outros, através de invulgares passadiços, integrados nas arquitecturas. Estes arruamentos são também um convite à descoberta de novos símbolos, novas cores e nova história que pode encontrar aqui, na Aldeia Vinhateira de Salzedas.
Este conjunto desenvolve-se a partir de curiosos arruamentos, de traçado muito irregular, que são moldados pelas construções que o compõem e permitem a passagem de uns para os outros, através de invulgares passadiços, integrados nas arquitecturas. Estes arruamentos são também um convite à descoberta de novos símbolos, novas cores e nova história que pode encontrar aqui, na Aldeia Vinhateira de Salzedas.
E é claro que temos fotos...
acentuação das palavras
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Área de Projecto

No estudo do meio estamos a estudar a nossa localidade e as suas instituições. Decidimos saber mais sobre a Sociedade Filarmónica de Salzedas.
O historial desta banda remonta aos primórdios do século XIX, quando um pequeno quinteto de instrumentos de sopro foi formado para acompanhar o coro de frades beneditinos, que no Convento de Santa Maria de Salzedas, participava nas celebrações religiosas. No dia 2 de Abril de 1839, é oficializada a constituição da Sociedade Filarmónica de Salzedas, composta por 20 músicos.
Desde então, a actividade desta banda nunca mais parou, estando normalmente presente em recepções a membros do Governo aquando das suas deslocações à vila de Salzedas.
José Carlos Ferreira de 87 anos e que durante várias décadas tocou clarinete nesta Associação, lembra-se de vários regentes que passa a enumerar:
Manuel Sousa, Cerdeira, Sá Pinto, Sousa, Bastos, António Ferreira (sendo substituído na sua ausência pelo director Abílio Rosa ), Juvandes e, por último Agostinho Alves que também tem a seu cargo a escola de música, que, desde 1982, já formou 53 músicos. António Carlos Ferreira regeu esta banda durante cerca de 60 anos. Aliás, os longos anos de permanência dos músicos na "sua banda" são um facto a realçar. Muitos têm sido os elementos que entrando ainda "miúdos", só de lá vieram a sair passados mais de 50 anos.
Desde então, a actividade desta banda nunca mais parou, estando normalmente presente em recepções a membros do Governo aquando das suas deslocações à vila de Salzedas.
José Carlos Ferreira de 87 anos e que durante várias décadas tocou clarinete nesta Associação, lembra-se de vários regentes que passa a enumerar:
Manuel Sousa, Cerdeira, Sá Pinto, Sousa, Bastos, António Ferreira (sendo substituído na sua ausência pelo director Abílio Rosa ), Juvandes e, por último Agostinho Alves que também tem a seu cargo a escola de música, que, desde 1982, já formou 53 músicos. António Carlos Ferreira regeu esta banda durante cerca de 60 anos. Aliás, os longos anos de permanência dos músicos na "sua banda" são um facto a realçar. Muitos têm sido os elementos que entrando ainda "miúdos", só de lá vieram a sair passados mais de 50 anos.
Ao longo da sua existência esta filarmónica remodelou por 12 vezes o seu fardamento e, nos inícios dos anos 30 mudou também todo o seu instrumental, para o qual contribuiu o Sr. Manuel Pinto Lucena, um benemérito que após muitos anos no Brasil, se distinguiu na ajuda que prestou aos mais pobres e na feitura da escola e sua cantina.
Num passado mais recente registe-se a passagem da banda de Salzedas pelo Teatro Maria Matos em Lisboa e as idas a Alcobaça nos intercâmbios culturais que o Município de Tarouca aí realizou, bem como as suas participações nos encontros distritais de bandas de música.
Um dos pontos altos na sua história aconteceu nas comemorações do seu 165º aniversário, onde, para além da presença de todas as bandas do concelho e da Sociedade Filarmónica Maiorguense -Alcobaça, apresentou a sua recém formada orquestra juvenil. Um quinteto de jovens músicos de Salzedas participou em 1999 numa acção de sensibilização musical em que estiveram presentes alunos de todas as escolas da freguesia.Actualmente a Sociedade Filarmónica é composta por 40 músicos todos naturais ou residentes em Salzedas.
A sua sede e sala de ensaios situa-se, praticamente desde o início da sua fundação, num espaço anexo à igreja conventual, no lugar onde outrora se situava a "botica" (farmácia) do mosteiro. No seu interior existe um espaço onde cuidadosa e carinhosamente guardam muitos instrumentos antigos, alguns dos quais centenários.
Num passado mais recente registe-se a passagem da banda de Salzedas pelo Teatro Maria Matos em Lisboa e as idas a Alcobaça nos intercâmbios culturais que o Município de Tarouca aí realizou, bem como as suas participações nos encontros distritais de bandas de música.
Um dos pontos altos na sua história aconteceu nas comemorações do seu 165º aniversário, onde, para além da presença de todas as bandas do concelho e da Sociedade Filarmónica Maiorguense -Alcobaça, apresentou a sua recém formada orquestra juvenil. Um quinteto de jovens músicos de Salzedas participou em 1999 numa acção de sensibilização musical em que estiveram presentes alunos de todas as escolas da freguesia.Actualmente a Sociedade Filarmónica é composta por 40 músicos todos naturais ou residentes em Salzedas.
A sua sede e sala de ensaios situa-se, praticamente desde o início da sua fundação, num espaço anexo à igreja conventual, no lugar onde outrora se situava a "botica" (farmácia) do mosteiro. No seu interior existe um espaço onde cuidadosa e carinhosamente guardam muitos instrumentos antigos, alguns dos quais centenários.
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